Francisco da Costa Lustosa Cabral

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GENEALOGIA DOS LUSTOSA CABRAL NO BRASIL
E SUA LOCALIZAÇÃO EM PATOS – PARAÍBA

DESCENDÊNCIA DEFRANCICO DA COSTA LUSTOSA CABRAL

01.01.01.02.08  
05.00.00.00.00 – Francisco da Costa Lustosa Cabral (Xixi), nasceu em 21.04.1871
1ª Esposa: Joana de Castro Cabral
  Filhos:        Olindina

 

 

 

UM POUCO DA HISTÓRIA SOBRE XIXI COMO SE FEZ JORNALISTA

 

Nasceu Francisco Lustosa Cabral (Xixi), na fazenda “São Bento” deste município a 21 de abril de 1871, sendo seus pais João Bento de Figueiredo da Costa Araújo e Vicência Lustosa Cabral.

Em moço dedicou-se ao comércio.  Contraiu núpcias com Joana de Castro Cabral, tendo uma única filha, Olindina, falecida, e das segundas núpcias com Maria Dolores Cabral, provieram Flósculo, desaparecido há pouco tempo, Nelson, Levi, Vinicius, Wilson, Waith, Emília e Olga Lustosa.

Militou ardorosamente na política de Venâncio Neiva e com a deposição deste, em 1892, conservou-se fiel ao seu partido obedecendo, em Patos, à chefia de José Herculano Bezerra Luna que havia sido deputado à Constituinte.

Apesar do ostracismo prolongado desse partido, jamais o abandonou e deixou de se esforçar pelo seu soerguimento.

De uma feita, indo à Paraíba, (hoje João Pessoa), aproximou-se de Coriolano, seu parente afim, e depois de conversarem amistosamente foram ter com Arthur Aquiles, na redação do seu jornal.

O “pai da imprensa paraibana” ficou impressionado com a palestra do sertanejo, dado o modo desembaraçado de  narrar as coisas a ponto de lembrar nessas horas, o seu nome para correspondente do jornal em Patos – Pb.

— “Qual major Aquiles, quem sou eu para escrever em jornal desconheço a técnica da imprensa, não tenho habilitação para desempenhar o ofício”, disse.

— “Isso não importa, faça o que puder quero é que mande seja o que for, o mais

se arranja por aqui”, retorquiu Arthur Aquiles.

Quando Xixi chegou a Patos, rabiscou sua primeira notícia, enviando-a para o grande jornalista.  Este, ao deparar com o artiguete, publicou-o quase sem retoques e disse:  “esbocei mais um companheiro para as lides jornalísticas de minha terra”.

Deste modo, o nosso inesquecível Xixi filiou-se à vanguarda dos fazedores de jornal e tornou-se, de fato, mesmo jornalista.

Com a subida de Álvaro Machado na política da Paraíba, ficaram os venancistas apeiados, à  margem, aguardando um dia … o toque do clarim.

Sem outros recursos ou meio, foram-se aos poucos, aconchegando ao partido dominante e, ao mesmo tempo conseguindo, alguns deles, posições de certo relevo nessa política que se plantara firmemente em todo o Estado.

Com o falecimento de José Herculano, o nosso biografado e mais alguns elementos venancistas existentes em Patos tratarem de uma aproximação com a política local chefiada por Leôncio Wanderley, Manoel Gomes e Miguel Sátiro, a exemplo do que estavam fazendo noutras partes, principalmente na Capital do Estado.

Dada a capacidade de trabalho e inteligência, ficou Miguel Sátiro superintendendo a política de Patos e posteriormente comandando só, sem mais compromissos com os dois chefes relacionados.

Nessa fase Xixi. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  da política municipal e ao mesmo tempo ia incutindo-lhe no ouvido o grande prestígio de Epitácio na política nacional.  Dando-se o rumoroso pleito de 1915, surgiu de fato, a figura monumental de Epitácio Pessoa com chefe e legítimo representante de Venâncio Neiva.  Sua propaganda foi destemerosa por todo o Estado, apoiada na democratização do governo Castro Pinto.  Acolitado por uma plêiade vigorosa de homens da têmpera de Genésio Gambarra, com seu intemerato jornal “A Voz do Sertão”, José Peregrino, Cel. Tota, Roldão Meira, e outros conseguiu Xixi Cabral  bandear Miguel Sátiro que contava com um núcleo eleitoral apreciável para as hostes epitacistas, concurso este valiosíssimo, sem o qual não conseguiriam os URUCUBACAS, o triunfo almejado naquele pleito.

Por essa adesão de Miguel Sátiro ao partido epitacista recebeu Xixi copiosos telegramas de Epitácio Pessoa, Venâncio e Pedrosa em agradecimento pelos vantajosos serviços prestados ao partido cujo êxito foi coroado de loiros pelo concurso de Patos, Teixeira e a Capital com a adesão de Miguel Sátiro, Dario Ramalho e Inácio Evaristo, respectivamente chefes das três localidades supra mencionadas.

Tempos depois da consolidação dessa política, a grel epitacista bipartiu-se em “Guelas” e “Jovens Turcos”.

Xixi Aliou-se aos “jovens turcos” e por estes nomeado chefe da mesa de renda dos municípios de Sousa e depois de Teixeira e Monteiro, cargos que desempenhou com altivez e competência.

Tomando os “Guelas” a posição de mando com a ascensão de Camilo de Holanda à presidência do reparado o ato, tendo o nosso biografado exercido, ainda, o lugar de administrador das rendas do município de Batalhão, até o governo de João Pessoa.

Era assíduo colaborador da imprensa indígena e faleceu a 13 de abril do corrente ano (1948), confortado com os sacramentos da Santa Igreja Católica, deixando entre os parentes uma saudade imorredoura acrisolada no bem que em vida lhes proporcionou.

 

Patos, 30.04.1948

 

“A IMPRENSA” – João Pessoa – Sábado, 15 de maio de 1948 Estado, ficaram os “Jovens” desprestigiados, sendo o primeiro ato desse administrador a demissão do Xixi.  Só depois, no governo Solon (chefe dos Turcos), foi.

 

 

01.01.01.02.08
05.01.00.00.00 – Olindina Lustosa Cabral
Esposo: Frederico Ayres Cavalcante
Filhos:   Maria de Lourdes, Maria do Carmo e Terezinha
01.01.01.02.08
05.01.01.00.00 – Maria de Lourdes
Esposo: Rafael Ferreira
Filhos:    Antônio, José, Maria, Lourdes e Pretinha
01.01.01.02.08
05.01.02.00.00 – Maria do Carmo
01.01.01.02.08
05.01.03.00.00 – Terezinha
Esposo: Antônio (Chora)
01.01.01.02.08
05.01.04.00.00 – Francisco
01.01.01.02.08  
05.00.00.00.00 – Francisco da Costa Lustosa Cabral (Xixi), casado em 15.02.1895
2ª Esposa: Maria Dolores da Costa, Ele, viúvo por falecimento de

Joana Leopoldina Cabral.

Filhos:        Flósculo, Nelson, Levi, Vinicius, Wilson, Wilde, Emília e
                   Olga Lustosa
01.01.01.02.08
05.02.00.00.00 – Flósculo Lustosa Cabral
Esposa: Maria Flora (filha de Marçal de Oliveira Santos e Luisa Adelaide dos

Santos Torres)

01.01.01.02.08
05.03.00.00.00 – Nelson Lustosa Cabral
Esposa: Emerenciana Barbosa Lustosa Cabral
Filhos:    Nelson, Moacir, Nilse, Mivla e Lélia

 

 

NELSON LUSTOSA CABRAL

 

José Ozildo dos Santos

 

 

O jornalista e homem de letras, Nelson Lustosa Cabral nasceu no ano de 1900, na antiga vila de Patos, no alto sertão paraibano. Foram seus pais Francisco Lustosa Cabral e Maria Dolores Lustosa Cabral. Era, portanto, pelo lado materno, neto do célebre Manoel Romualdo da Costa (‘seu’ Manduri), figura da maior dimensão no folclore patoense, cujo perfil foi traçado pelo renomado folclorista cearense Leonardo Motta.

Em sua terra natal, Nelson Lustosa fez o curso primário, tendo, inicialmente, sido aluno dos professores José Calazans e Pedro Torres da Veiga. E, posteriormente, freqüentado o ‘Colégio Leão XIII’, dirigido pelo talentoso padre José Viana. Transferindo-se para a capital do Estado, fez o antigo curso de preparatórios no Liceu Paraibano, de onde saiu para ingressar na tradicional Faculdade de Direito do Recife, onde se diplomou em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1921, tendo como colegas de turma, entre outros, os paraibanos Antônio de Vasconcelos Paiva, Ascendino Cândido das Neves Filho, Osvaldo Caldas e Pedro Anísio Maia, futuro desembargador.

Antes de concluir o curso superior, na capital paraibana, Nelson Lustosa apoiado pelos jornalistas Oscar Soares, Celso Mariz e Carlos Dias Fernandes, escreveu para os jornais ‘A União’ e ‘O Norte’, tendo ainda trabalhado como datilógrafo na Assembleia Legislativa.

Amante do futebol, ao lado de Antenor Navarro, Mário Pedrosa e Olinto Jácome, participou da fundação da ‘Liga Desportiva Paraibana’, em solenidade realizada na redação do jornal ‘O Norte’, no dia 3 de maio de 1919. No ano seguinte foi aclamado presidente da Associação dos Cronistas Desportivos da Parahyba (a primeira entidade do gênero no Estado), quando de sua fundação ocorrida no dia 13 de junho de 1920.

Diplomado, retornou à sua cidade natal, a fim de rever seus pais e amigos. Na ocasião, teve uma recepção carinhosa, ao som da banda de música local. Este fato, muito sensibilizou o futuro homem de letras, que emocionado, afirmou não teve palavras para agradecer ao gesto de seus conterrâneos e amigos.

Fixando-se João Pessoa, Nelson Lustosa dedicou-se ao jornalismo e à advocacia. Inicialmente, foi redator de ‘A União’, jornal estatal do qual foi seu diretor nos períodos de 05 de março de 1925 a 22 de outubro de 1928, e, de 11 de junho de 1929 a 27 de fevereiro de 1930. Secretario efetivo da Imprensa Oficial, posteriormente, integrou o primeiro corpo de redatores de ‘O Norte’. Antes, porém, em 1922, editou o ‘Almanaque da Paraíba’.

Anos mais tarde, já casado, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde se abrigou à sombra do ilustre escritor e político José Américo de Almeida, de cuja personalidade, por muito tempo, foi uma espécie de secretário particular.

A convite do talentoso Vitor do Espírito Santo passou a atuar na imprensa carioca, escrevendo para as páginas d‘O Jornal’, matutino que integrava a cadeia dos diários associados. Em 1962, através da Linográfica Editora Ltda. (São Paulo-SP), publicou seu primeiro livro: ‘Paisagens do Nordeste’, cuja edição de 5000 exemplares, foi totalmente revertida em benefício da ‘Ofensiva Contra o Câncer’, orientada e controlada pelo antigo Serviço Nacional do Câncer.

Bastante elogiado pela crítica da época, ‘Paisagens do Nordeste’ foi definido como “um livro que é um poema da vida”, por retratar fielmente a memória da terra nordestina. Nele, o autor, condensa “o modesto depoimento de um pau-de-arara dos sertões da Paraíba que, sem nada, se largou, já pai de filhos” para as bandas do Sudeste. Prefaciando-o, o escritor Eugênio Gomes observou: “paisagens, árvores, rios, bichos, estradas, casas, templos, jogos e passatempos, cenas da seca, bem como do tempo da fartura, tudo isso que se incorpora às agrestes vivências de um nordestino, está fixado de maneira impressiva neste esplêndido livro de memórias fragmentárias, mas suficientes para dar uma forte imagem do passado ao autor”.

Com ‘Paisagens do Nordeste’, Nelson Lustosa “quebrando formas consagradas, criou uma narrativa toda pessoal, introduzindo, dentro dela, o diálogo intercalado sem alterar o ritmo da narração e a continuidade do enredo”. Por essa primazia, mereceu elogios louváveis do sociólogo Gilberto Freire, que, de Paris, por carta ao talentoso escritor patoense, expor:

“Quanto coisa há no seu livro – ‘Paisagens do Nordeste’ (…). Encontrei nas suas páginas rostos queridos, presenças grandes no meu afeto.

Agrada-me seu jeito simples, direto, de narrar. Sob sua naturalidade vejo o homem que sentiu, que pensou. Sua leveza é a de quem disfarça o muito que sabe.

No ambiente estrangeiro, aqui, na distância, agarro-me com o seu livro, respiro ar que me grato. Paris, 11-07-1962”.

‘Garganta do Esqueleto’, publicado no Rio de Janeiro, em 1965, foi o segundo livro de Nelson Lustosa. Como o primeiro, foi bem aceito pela crítica e surpreendeu o mundo literário, “com a originalidade do sub-diálogo dentro do diálogo central da linha da narração, sem cortar nem destorcer o fio natural da prosa, mesmo enrolando na cena três, quatro e cinco personagens”. E, constituindo-se numa “inovação evidentemente das mais interessantes”, por ele incorporada “à técnica da narrativa no romance em todos os tempos”.

Definido como “um romance de código de honra doméstica e de costumes sertanejos”, a segunda tentativa literária de Nelson Lustosa “é um romance regionalista que apreende o típico, o característico, sem perder, contudo seu valor como discurso literário, devido a certas inovações a nível de linguagem”.

Espírito culto e envolvente, possuidor de uma linguagem limpa e pura, escrevendo, Nelson Lustosa revelou-se um dos maiores escritores da Paraíba, tornando-se nacionalmente conhecido, colocando-se ao lado dos grandes nomes da literatura pátria. Natural, desartificioso e simples, ele fazia-se entender, escrevendo no português do Nordeste, transmitindo de forma esplendida e verdadeira, a beleza do sertão. Para o crítico paulista Paulo Dantas, foi ele um sociólogo que a Paraíba, de forma abençoada, deu ao Brasil.

Em 1966, publicou ‘Uma Cruz para Kennedy’. Fruto da “efervescência de uma época de profundas mudanças no comportamento social”, o terceiro livro desse ilustre patoense é um drama “construído a partir de um diálogo em que as falas se misturam, sem conseguir uma individualização das duas personagens – o anjo e o homem – igualmente perplexos diante dos rumos que toma a humanidade. O anjo, o Presidente Kennedy, se junta aos jovens cabeludos que se manifestam ‘como sinais de fim de tempo’, associando a decadência e degradação do mundo à falta de fé cristã”.

Segundo os críticos, ‘Uma Cruz para Kennedy’, último livro publicado por Nelson Lustosa, “reflete uma época conturbada por mudanças profundas no comportamento do homem e buscas constantes na sociedade”.

Eleito membro da Academia Paraibana de Letras, Nelson Lustosa Cabral empossou-se no dia 9 de dezembro de 1967, oportunidade em que foi recepcionado pelo acadêmico Luís Pinto. Em seu discurso de posse, “movido de amor telúrico”, “esmiuçou a obra do autor de ‘Soluços de Realejo’ como quem abre, de repente, uma caixa de música ou estanca, de súbito, ante um canteiro de rosas”, pois, “o estilista de ‘Paisagens do Nordeste’ não escreveu um discurso de posse nem um ensaio. Escreveu um livro – ‘Américo Falcão’, reunido o seu e o trabalho de Luiz Pinto”, que o recebeu em nome da Academia Paraibana de Letras.

Editor do Almanaque da Paraíba, patrono da cadeira nº 16, do Instituto Histórico e Geográfico de Patos, Nelson Lustosa Cabral faleceu no dia 19 de julho de 1981, no Rio de Janeiro, aos oitenta e um anos de idade. De sua união conjugal com a senhora Emereciana Barbosa Lustosa Cabral (Dona Neném), nasceram os seguintes filhos: Nelson, Moacir, Nilse, Mivla e Lelia.

Figura de grande valor na literatura paraibana, o Conselho Estadual de Cultura prestou-lhe significativa homenagem póstuma, cabendo ao escritor Osias Gomes fazer o elogio a sua personalidade. Homem simples, “tinha para todos e para tudo, um sorriso, uma palavra amiga, um gesto de encorajamento, uma atitude de fraterna compreensão”. Jamais traiu o seu espírito de cordialidade e “a sua mão nunca chegou a ser dada senão ao aperto leal, firme, sem tergiversamentos, como foram sempre pautados todos os seus atos, em meio ao conflito das competições humanas”.

Nelson Lustosa foi sincero, leal, resoluto, voluntarioso. De atitudes serenas, porém definidas, gastou a sua mocidade e grande parte de sua idade madura, escrevendo para jornais e revistas, dentro e fora de sua Província.

Como jornalista, era imparcial. Possuía um estilo límpido e uma cultura polimorfa. Homem de muitas leituras, de muitas viagens, escrevia sobre os mais variados assuntos, sempre com segurança e propriedade. Lamentavelmente, grande parte de sua obra literária encontra-se dispersa em jornais e revistas, publicados na Paraíba e no Rio de Janeiro, aguardando para ser coletada e coligida em merecidos volumes. Sem dúvida, prestaria um grande serviço à Paraíba que se desse a esse trabalho.

01.01.01.02.08
05.03.01.00.00 – Nelson Lustosa Cabral Filho
01.01.01.02.08
05.03.01.01.00 – Célia Maria Lustosa Haiek
Esposo: Jorge José Haiek
Filhos:    Sara, Guilherme e Henrique
01.01.01.02.08
05.03.02.00.00 – Moacir Lustosa Cabral
01.01.01.02.08
05.03.03.00.00 – Nilse Lustosa Cabral
01.01.01.02.08
05.03.04.00.00 – Maria Mivla Lustosa Cabral.
Esposo: Augusto Lima
Filhos:    Márcia  e  Abelardo
01.01.01.02.08
05.03.04.01.00 – Márcia Lima
Esposo: Ronaldo Ramos
Filhos:    Marcos e Fábio
01.01.01.02.08
05.03.04.01.01 – Marcos Lima Abreu Ramos
Esposa: Maria Clara Rebouças
Filhos:    Teodoro
01.01.01.02.08
05.03.04.01.02 – Fábio
01.01.01.02.08
05.03.04.02.00 – Abelardo Lima
01.01.01.02.08
05.03.05.00.00 – Lélia Lustosa Cabral
01.01.01.02.08
05.04.00.00.00 – Levy Lustosa Cabral
Esposa: Heloisa Vaz de Melo Lustosa Cabral
Filhos:   Geraldo, Paulo Emílio e Maria Dolores
01.01.01.02.08
05.04.01.00.00 – Geraldo Lustosa Cabral
Esposa: Heloisa Vaz de Mello Lustosa Cabral (filha de Pedro Aurélio Vaz de

Mello e Otilia Quintela Vaz de Mello)

Filhos:
01.01.01.02.08
05.04.02.00.00 – Paulo Emílio Cabral
01.01.01.02.08
05.04.03.00.00 – Maria Dolores Lustosa Cabral
01.01.01.02.08
05.05.00.00.00 – Vinicius
01.01.01.02.08
05.06.00.00.00 – Wilson Lustosa Cabral
Esposa: Marluce Guimarães
Filhos:    Carlos

 

 

 

WILSON LUSTOSA CABRAL : Nasceu no ano de 1916, na cidade de Sousa, Estado da Paraíba,
falecendo no Rio de Janeiro em 1979; filho do casal Francisco Lustosa Cabral e D. Maria
Dolores Lustosa Cabral . Era casado com D.Marluce Guimarães, deixando um filho, o
advogado Carlos Romero Lessa Lustosa Cabral. Fez os cursos primário e secundário em
Sousa, bacharelando-se em Direito pela tradicional Escola do Recife, em 1937, integrando a
Turma de Ouro do Sesquicentenário da Instalação dos Cursos Jurídicos no Brasil;
era também, graduado em Ciências Econômicas, possuindo curso intensivo de
Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, do Rio de Janeiro. Fixando
residência no Recife, exerceu, nessa cidade, importantes cargos, como: Diretor
Administrativo Regional dos Diários Associados; advogado junto ao Diário de Pernambuco,
S/A. e Rádio Tamandaré, Ltda.; Diretor-Jurídico Regional nos Estados de Alagoas,
Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte; Juiz-Presidente da 2ª Junta de Conciliação
e Julgamento da Justiça do Trabalho no Recife; Membro Permanente da Comissão Jurídica
da Organização de Televisão Ibero-Americana (OIT), sediada no México. Eleito, por
unanimidade, em 1973, Membro da Delegação Jornalística do Nordeste do Brasil, em viagem
de observação a Portugal e Espanha; Sócio-fundador da Academia Pernambucana de Letras
Jurídicas. Recebeu o título de Cidadão Pernambucano, em 1975 e ingressou na Academia
Paraibana de Letras em 29 de setembro de 1978, recepcionado por Osias Gomes. Não deixou
livros publicados, a sua produção literária encontra-se nas publicações feitas nos
jornais em que ele colaborou. Em João Pessoa, era repórter de A União ; em Campina
Grande, exerceu o cargo de Diretor-Secretário do Diário da Borborema.

 

 

 

01.01.01.02.08
05.06.01.00.00 – Carlos Romero Lessa Lustosa Cabral
01.01.01.02.08
05.07.00.00.00 – Wilde Lustosa Cabral
1ª. Esposa: Dione
Filhos:          Francisco, Guilherme e Virgínia
01.01.01.02.08
05.07.00.00.00 – Wilde Lustosa Cabral
2ª. Esposa: Nadir Engracia da Silva
Filhos:          Dolores e Jaqueline
01.01.01.02.08
05.07.01.00.00 – Dolores Regina da Silva Lustosa
Esposo:
Filhos:    Leandro e Luiza
01.01.01.02.08
05.07.01.01.00 – Leandro Lustosa Pontes
01.01.01.02.08
05.07.01.02.00 – Luiza Lustosa Torres
01.01.01.02.08
05.07.02.00.00 – Jaqueline da Silva Lustosa
01.01.01.02.08
05.08.00.00.00 – Emília Lustosa Cabral Altavila nasceu 17.08.1908
Eposo: Antilófio Jayme de Altavila Melo
Filhos:  Jayme
01.01.01.02.08
05.08.01.00.00 – Jayme Lustosa de Altavila

 

 

JAYME LUSTOSA DE ALTAVILA

 

 

JAYME LUSTOSA DE ALTAVILA, nasceu em Maceió, Alagoas, no dia 17.09.1934. Filho de Anfilófio Jayme de Altavila Melo e Emilia Lustosa Cabral Altavila.

– Em 1957, formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade

de Direito de Alagoas, tornando-se Advogado.
– Em 1963 formou-se também em Biblioteconomia, no Rio de Janeiro.
– Em 1970, foi Bolsista do Departamento de Saúde, Educação e Bem-Estar Social

dos Estados Unidos da América, com Treinamento Prático em Serviço de

Bibliotecas e Publicações de Educação e Ciência.
– Em 1978, com 44 anos, fez o Curso Superior de Guerra – Escola Superior de

Guerra – ESG – Rio de Janeiro.
– Diretor – Técnico da Biblioteca Pública Estadual de Alagoas – 1963 a 1990.

– Diretor – Geral da Rádio Difusora de Alagoas – 1965.

– Membro do Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção de Alagoas –

1968/69.

– Chefe da Divisão de Educação para o Trabalho – Diretoria Estadual da Fundação

Legião Brasileira de Assistência – 1967/68.
– Membro Efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas desde 1968 e –

atual Presidente desde 1993.
– Diretor Estadual da Fundação Legião Brasileira de Assistência em Alagoas – de

1968 a 1979.

– Membro do Conselho Estadual de Campanha de Escolas da

Comunidade – CNEC – 1971/79.
– Representante do Instituto Nacional do Livro – INL – MEC – em Alagoas

1972/72. Secretário e Educação e Cultura do Estado de Alagoas – 1972 a 1975.
– Membro do Conselho Estadual de Desenvolvimento Social – 1975 a 1979. –

Superintendente Adjunto da Direção Nacional da Fundação Legião Brasileira de

Assistência – LBA – Rio de Janeiro – 1978/79.
– Presidente da Companhia de Habitação Popular de Alagoas – COHAB/Alagoas –

1982/83.

– Membro do Conselho Estadual de Cultura, Desporto e Turismo – 03/02/1995.

– Membro do Conselho Estadual de Educação – Desde 21/03/1995, Secretário de

Cultura do Estado de Alagoas – 09/02 a 31/12/1998.
– Membro da Academia Alagoana de Letras – Cadeira nº 37 – em 14/09/2000.

Membro do Conselho Municipal de Cultura – Portaria nº 1.256 de 19/02/2001.
– Vice-Presidente da Fundação Educacional Jayme de Altavila – FEJAL –

04/11/2002.

– Coordenador Geral Acadêmico do Centro de Estudos Superiores de Maceió –

CESMAC/FEJAL.
– No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás está no quadro de SÓCIOS

CORRESPONDENTES(Revista 18, 2004).
– É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário

Ribeiro Martins, via internet, em 2002, dentro de “ENSAIO”, no site

www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

 

01.01.01.02.08
05.09.00.00.00 – Olga Lustosa Cabral – Religiosa
01.01.01.02.08
05.10.00.00.00 – Maria
01.01.01.02.08
05.11.00.00.00 – Maria
01.01.01.02.08
05.12.00.00.00 – Romualdo
01.01.01.02.08
05.13.00.00.00 – Aloisio
01.01.01.02.08
05.14.00.00.00 – Milton
   
01.01.01.02.08  
05.15.00.00.00 – Heloisa
   
01.01.01.02.08  
05.16.00.00.00 – Anaisa
   
01.01.01.02.08
05.17.00.00.00 – Anaide
   
01.01.01.02.08  
05.18.00.00.00 – Carmem Dolores